sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Coisas idiotas que a gente encontra

Faz muito tempo que naum entro no meu blog por um motivo,um simples unico motivo "falta de assunto",mas achei um bem legal.

Coisas idiotas que a gente encontra

quem assisiu Crepusculo na globo?
o que era aquilo?dublagem horrivel,de onde tiraram Élice,Eduardo,Carlai,Rôsalí tipo eu nem ia assistir,só que, fazer o q?eu sou fã sacomé neh1então não resisti assisti,assim a dublagem horrivel a globo não tem vergonha não de colocar um filme com uma dublagem desse jeito.A pessoa espera uns 2 ou 3 meses pra ver o filme pela primeira vez passando na tv em canal aberto pra vim uma dublagem horrivel.Então se crepusculo foi assim que venha Lua nova,virou comedia romantica.

Fã posers
São aquelas que viram fã porque todo mundo virou,se todo mundo odiar ela tambémvai odiar,um dia desses uma menina não vou citar nomes,assim ela era fã do Justin Bieber,passou um tempo ela já estava xingando ele,ai tipo dá vontade de matar a criatura um dia diz que é fã no outro xinga,é muita idiotice pra pessoa aguentar eu sei que ela tem opnião e tal,ela gosta da miley eu fico meio sera mesmo?ou ela ainda tah na moda hanna montana,porque hoje em dia todo mundo é fã da Miley Cyrus mesmo não sabendo qual foi a primeira musica sem o nome Hanna montana,isso caiu na rotina.

Justin Tmberlake

Me desculpe quem é fã dele,estou so comentando,um dia desses estava passando na mtv um top sobre o jayz,lá nuns 13ª aparece uma tal criatura tipo nem sei o nome cantando com o jay z,até aquele momento eu achava que não existia alguem que cantava pior do que o Justin Timberlake,na hora me deu um arrependimento,mas fazer o que neh.Pensando melhor teh que o Justin T. canta bem.

Beijo!
até a proxima

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

domingo, 8 de agosto de 2010

Justin Bieber fala sobre seu filme


Ontem, foi publicado no próprio site do Justin Bieber, novas informações sobre seu filme.

Na verdade, em geral não há muitas coisas que já não saibamos… Mas o Justin conta o que tem achado de tudo isso e como surgiu a ideia do filme. “Quando tivemos a ideia de fazer um filme, nós sabíamos que essa era a nossa chance de mostrar algo especial para todos os fãs, que têm sido uma grande fonte de inspiração e que me apoiam desde o início da minha carreira até agora. Eles simplesmente fazem meu sonho se tornar realidade a cada dia” diz Bieber. “Eu mal posso esperar para compartilhar todas as maravilhosas experiências que tive nesses últimos anos, com vocês.”

O Paramount Pictures é o estúdio que irá lançar o filme através da Insurger Pictures, que tem como objetivo introduzir o público de cinema a uma nova geração de pioneiros internautas do entretenimento, cujo conteúdo único e original, está ajudando a moldar uma nova abordagem atrativa para o filme, assim, ganhando experiência.

Aguardem, logo teremos informações mais relevantes sobre o filme. Enquanto elas não chegam, vocês têm alguma ideia de como vai ser?

sábado, 17 de julho de 2010


Uma pequena pergunta às fãs do Tokio Hotel. Por que é que nas entrevistas, Bill, Tom, Georg e Gustav são tomados sempre como meninos de 8 anos de idade?


Você tem, sem dúvida, que observar que em 99% das vezes, os jornalistas falam-lhes como a adolescentes, com perguntas do gênero "Sai com uma menina no momento? Lembra-se da primeira vez que beijou? Por acaso isto ajuda uma estrela a "engatar" (?) as garotas? E blablabla e blablabla... "Em toda a parte, fofocas insignificantes para ter respostas de um pátio de recreio.



Pois bem, é um dano forte, porque em vez de falar de "caramelos e cigarros de chocolate", fariam melhor interroga-los sobre a sua música, sobre o seu futuro, sobre o seu gosto de vestuário e sobre os seus ideais que os incentivam.


Além do mais, é sempre o Bill Kaulitz que toma a palavra. Salvo, claro, quando é em inglês, ai está o Tom, o "bilíngue" da banda que se pega. Ainda que Bill tenha feito um progresso sagrado na língua de Shakespeare!


Dos exemplos flagrantes, tomados entre tantos outros, e difundidos pela MTV, que em princípio é O grande da cadeia musical

sexta-feira, 16 de julho de 2010

MTV Festival será realizado em Baku (Azerbaijão) no outono, mas ainda não tem data marcada

MTV Festival será realizado em Baku (Azerbaijão) no outono, mas ainda não tem data marcada



O MTV Festival será realizado em Baku (Azerbaijão) no outono, mas ainda não tem data marcada.

A data exata do MTV Festival em Baku, anunciada para o fim de setembro ainda é desconhecida.

"Nós vamos concluir todas as negociações, temos o apoio da Fundação Heydar Aliyev, e em breve divulgaremos todas as datas" - disse o representante da Trend Life, Matthew Goldstein nesta sexta-feira em uma entrevista coletiva na MTV Eurasian.

Possivelmenete o festival será realizado na praça Azadlig e terá 3 partes. No primeiro dia será realizada a noite de música retrô, com grupos como Scorpions, Modern Talking e Roxette, o segundo com astros como Beyoncè Knowles, Tokio Hotel, Justin Timberlake, Lady Gaga e no terceiro dia encerrará com os melhores DJs do mundo, as negociações estão em andamento.

"Estamos realizando festivais semelhantes em diversos países para promover a recuperação do turismo, - disse Goldstein - o turismo em Malta, por exemplo, teve um aumento de 65 %. Um festival em Baku vai reunir um grande número de pessoas de todo o mundo".

terça-feira, 6 de julho de 2010

Klatsch-Tratsch.de - Tom e Bill Kaulitz assistem ao show de Prince em Berlim




Berlim. Várias celebridades estavam anunciadas para o show único que a estrela pop, Prince, deu nesta segunda-feira à noite na Alemanha, num espaço aberto em Berlim. Entre os 15.000 visitantes (o lugar estava estipulado para 22.000), estavam os irmãos Bill e Tom Kaulitz do Tokio Hotel. Bill surpreendeu-nos com uma aparência pouco habitual elegante e simples, sem os seus habituais colares e maquiagem no rosto. O seu irmão Tom escondeu-se por trás de uns óculos gigantes. Também foram vistos os Silbermond, Jan Delay, Alexandra Maria Lara e o seu marido britânico Sam Riley e Peter Fox. Todos – incluindo os gêmeos Kaulitz – assistiram ao show de Prince (52 anos) em memória aos anos 80

sábado, 19 de junho de 2010

fotos de bill kaulitz











desculpe se está desorganizado



Estrelas como Bill Kaulitz do Tokio Hotel e Lady Gaga são conhecidas por seu estilo especial e extrovertido. Gala.de os mostra separadamente em termos de maquiagem e penteado.

Bill Kaulitz ama o estilo manga andrógino.

O fenômeno absoluto. Ninguém poderia nos últimos anos com uma aparência estranha a este ponto inspirar pessoas em todo o mundo.
Os proprietários da aparência mais espetacular

O Pop provocador da Lady Gaga tornou-se o favorito indiscutível na votação dos leitores do music.com, projetado para determinar o dono da aparência mais espetacular (e maquiagem) na história da música moderna. Famosa por seus figurinos ousados e paixão pela a reencarnação dexou para trás cantores, como Marilyn Manson, Kiss, e até mesmo Slipknot, que receberam um terço dos votos do público no site.

O inesquecível Kiss terminou em segundo com o resultado de 16,6% de simpatia, Manson (15,4%) e Slipknot com (13,4%). Impressionou menos os leitores a aparência de David Bowie em seu período de alter-ego Ziggy Stardust (7%), Alice Cooper (5,2%) e todos as bandas de black metal norueguês juntas (5%).

Os mais ativos foram os fãs de Tokio Hotel (leia Bill Kaulitz), Rammstein, Mushroomhead e Depeche Mode. Entre as outras candidaturas podem ser observados a alemã Das Ich, Bjork, Siouxsie & the Banshees, The Cure, The Residents, e - por nossa culpa, vergonha - os grupos de Visual Kei. O percentual total da resposta inicial foi de 6,9%.
Em geral, a votação para determinar a imagem cénica com a aparência mais espetacular e maquiagem envolveu cerca de 800 pessoas.

1. Lady Gaga
2. Kiss
3. Manson
4. Slipknot
5. David Bowie
6. Alice Cooper
7. Qualquer banda norueguesa de black metal
8. Tokio Hotel
9. Rammstein
10. Mushroomhead

sábado, 12 de junho de 2010






ENTREVISTA COM TOKIO HOTEL

Uma famosa revista canadense fez uma entrevista muito divertida com o Tokio Hotel. Aqui vocês tem algumas das perguntas mais interessantes.

O que é o mais divertido daquilo quevocês leram em um cartaz?
Bill: Recebi um pedido de casamento. Houve também uma fã de Chicago que pediu ao Tom que lhe desse um autógrafo dizendo: 'Para a mulher dos meus sonhos'. Ela lhe disse: 'Você ainda não sabe, mas eu sou a mulher dos seus sonhos. Foi muito engraçado.

Vocês interpretam músicas de outros artistas nos seus concertos?
Bill: Não, sempre tocamos nossa própria música, inclusive quando comçamos. Eu escrevia as letras e o Tom tocava guitarra.

Vocês gostariam de gravar uma música de outro artista?
Tom: Estamos concentrados no nosso próximo álbum em alemão e que também será feito em inglês. Quem sabe podremos incluir algo com outros artistas, mas por enquanto nada esta confirmado.

Como vocês escolhem as roupas paralos conciertos?
Bill: Sempre tenho 10 sacolas de roupa porque é difícil escolher. Normalmente escolho uma delas e a uso sempre.

O que mais você sente falta da sua casa?
Tom: Minha cama.
Georg: O papel higiênico!

sábado, 5 de junho de 2010





Dois gêmeos e milhares de fãs... tem uma grande opção de escolha. Mas como são eles realmente na cama? Vamos diretos á questão de Tom nos quartos de Hotel.
Tom: Sim, bem as garotas não vêm assim tão rápido ter conosco, mas sim, houve uma garota, ela era bonita. Eu fui para o meu quarto e passados uns 5 minutos ela bateu à minha porta e ficou ali, eu abri a porta e perguntei o que ela queria, e então ela disse que queria falar comigo...e eu disse sim, entra, vamos conversar.
Bill: E o resto é história!

Por causa das "histórias com mulheres" o Tom é famoso, porque ele simplesmente não consegue dizer não às groupies. O vocalista, Bill, tem também montes de fãs, mas ele não está à procura.
Bill: Eu não sou rapaz de uma noite, eu... não sei, tem que envolver sentimento.

Dois irmãos e duas opiniões completamente diferentes sobre sexo com groupies. O que pensa o resto da banda sobre este tema? O georg e o Gustav dão-nos poucas informações sobre isso:
Tom: Sim eles já disseram...
Bill: Vá lá deixa eles falarem!
Georg: Eu diria que não acontece tão frequentemente como com o Tom... mas sim, acontece de vez em quando, mas raramente.
Gustav: Sim, concordo.


O Bill é o único que deixa as fãs saberem que, devido á rotina, é difícil arranjar a pessoa certa. O que é difícil para o adolescente de 17 anos.
Bill: Para mim já foi à muito tempo... o último namoro foi à dois anos atrás, por isso, foi antes dos Tokio Hotel. Foi essa a relação mais longa que tive.

Após esta confissão o Bill quebra ainda mais corações... mas quem quer uma noite com um dos Tokio Hotel, deverá pensar em outro dos rapazes.


A banda de mais sucesso da Alemanha lança o seu segundo álbum. Sophie Albers encontra-se com os Tokio Hotel para a entrevista.

Nota de agenda: Tokio Hotel. Local: Teldex-Studio no campo de luz de Berlim, num lugar qualquer na residencial Pampa fora da cidade nuclear. Por causa do "completo segredo" estão precisamente a horas três garotas na entrada, que conversam sobre o fato de não saírem dali, "independentemente do que se passar". A casa branca está entre pinheiros altos, um segurança atravessa-se no caminho.
Finalmente dentro. Uma mulher de etiqueta tenta permanecer no horário e encarrega-se do fato de eu e um colega de trabalho podermos ouvir de novo o novo álbum Zimmer 483 antes da conversa. O que não era possível antes por razões de segurança. Entretanto o canal de crianças entrevista a banda. O penteado estilo Manga do Bill vê-se da janela do estúdio.
A banda jovem com mais sucesso da Alemanha são quatro rapazes de Madgeburg, começaram como uma banda de estudantes, tocada alto e com o conceito dos gritos contra as náuseas da puberdade com o claro pop-rock, subiram ao trono pop da Alemanha. As músicas chamam-se Schrei (Grito) ou até Rette mich (Salva-me). Agora ainda vêm Spring nicht (Não saltes) e Ich brech aus (Eu fujo/rebento). Porque na Alemanha já todos os recordes foram batidos e todos os prêmios ganhos, agora é a vez da Europa: o álbum de revelação na França já atingiu estatuto de ouro.
O vocalista é Bill Kaulitz de 17 anos, uma maquiagem mórbida, rapaz magricelo com cabelo fora do normal. O seu irmão gmeo Tom, rastas e calças largas é considerado o bad-boy da banda, toca guitarra e fala com prazer sobre sexo. Gustav tem 18 e não fala de todo com o mesmo prazer com que toca bateria. Georg tem 19 anos, é o mais velho e toca baixo.
Fizeram-se famosos por todas as coisas das comunidades de fãs. São geralmente garotas, a maioria com 13 anos que rebentam com gritos estridentes logo que os Tokio Hotel aparecem em qualquer lado.
Os conhecemos, por fim, num salão onde, de outra maneira, estariam admissões para orquestra. Cadeiras expostas em círculo como num grupo de auto-ajuda mas mais estreito.

1. Pode uma pessoa preparar-se para a fama?
Bill [radiante num bom-humor, com uma grande cruz prateada ao pescoço]: Não! Muitas pessoas tentaram nos preparar para o sucesso e disseram: "Pode ser que passe animal pela manta". Por fim ninguém entende como se torna real. Nós também não.

2. Á contudo, assim como o treino-de-estrela, contato com a mídia...
Bill: Aí nós sempre nos defendemos contra. Editoras discográficas tentam fazer isso com prazer, querem te colocar de qualquer maneira. Nós sempre dissemos desde o princípio que vamos para onde a corrente nos leva, queremos sempre dizer a verdade. Não queríamos estar numa gaveta. Queríamos sair, ver o que as pessoas fazem e responder, como fazemos sempre.

3. Houve momentos em que a atenção exigiu demais?
Bill: Há momentos em que uma pessoa pede que o público se vá embora. O que me enerva são os paparazzi. Nunca tinha imaginado isto assim. Antigamente, quando as pessoas estavam excitadas com isto, pensava sempre: " Venham agora, afinal não é assim tão mau. As pessoas estão interessadas." Mas entretanto, acho que é realmente horrível.
Tom [com as longas pernas na cadeira flui, diz na sua camiseta XXL]: Eles também só estão a fazer o seu trabalho.

4. Quão longe já foram contigo, Bill?
Bill: A mim já me fotografaram nas férias, por exemplo, nas Maldivas. No Jetski. Ou quando estamos festejando à noite. Aí fotografaram nos e os animais depois lançaram uma história a dizer que como jovens de 17 anos saíamos à noite. O que é normal, no fundo...
Georg [inclina-se para frente, interessado]: Me mostra um jovem na Alemanha que não saia à noite!
Bill: Isso já irrita, que as coisas são postas assim...

5. Mas, mais uma vez, é o trabalho deles.
Tom: Exatamente.

6. Uma pergunta para as fãs: Uma adolescente com aparelho nos dentes tem geralmente uma chance de se aproximar de vocês? O Tom relatou recentemente que uma garota foi para o seu quarto de hotel...
Tom: Não quero agora denunciar nenhum truque, mas... [a pedido da editora discográfica retiramos as dicas do Tom]

Bill: Por favor não escrevam isso!

7. Não, não se preocupem.
Tom: Isto não é assim tão pesado. Estão constantemente perguntando se conseguimos imaginar uma fã como namorada. Em todo o caso...

8. Eu penso antes como é que se consegue passar por todos os tipos de segurança...
Bill: Claro que temos seguranças quando estamos em digressão. Mas quando estamos no quarto, estamos realmente sozinhos, sem qualquer guarda-costas. E eles também não estão à nossa porta.
Georg: Eles também não dormem conosco.
Bill: Muitas coisas que nós gostamos de fazer, os seguranças decidem. Mas isto é uma coisa que nós levamos a cabo. Eu não quero isso. Eu não quero ser controlado, nem explicar onde vou, porque isso limita. Eu já tenho de qualquer maneira uma esfera privada, e lá quero fazer o que me realmente apetecer. Eu não quero esse controle.

9. Quando as fãs estão realmente à sua frente, sai geralmente alguma palavra?
Bill: Maior parte da vezes não muito. Então nada ocorre a elas. Mas isso eu também consigo perceber. Se eu me tivesse encontrado com a Nena aos 10 anos, aquilo já tinha dado para mim...
Tom: Por isso eu coleciono há anos perguntas para fazer à Angelina Jolie para o caso de a encontrar alguma vez...

10. Na verdade, estas garotas também funcionam sem vocês. Elas também gritam quando vocês não estão.
Bill: Sim, mas eu espero que elas também gritem quando ouvirem uma nova música nossa. Gritar também é uma sensação de liberdade.
Tom: Tu também gritas quando estás feliz.

11. Sentem-se livres nas vossas decisões?
Tom: Nas decisões em todos os casos, sim.
Georg: Definitivamente.
Bill: Também lutamos por isso um bocado. Precisamente quando uma pessoa é nova não é levada a sério. Como antigamente na escola. Os mais velhos diziam: "Oh, eu já tenho tanta experiência". Uma pessoa tinha de ouvir sempre isto, precisamente o que uma pessoa sente. As pessoas mais novas também têm uma opinião justamente honesta.
Tom: Sobretudo para isso é preciso fazer erros simples. Todas as pessoas querem, quase sempre, excluir isso, mas...
Bill [interrompe-o, fazem-no mutuamente]: Nós dissemos desde o princípio que nós decidimos tudo por si, e queremos realmente ser incluídos em tudo, músicas, concertos, nós fazemos o próprio desenho do palco...

12. É uma lenda popular entre estrelas-pop, este "Nós fazemos mesmo tudo..."
Bill: Sim, mas nós somos de verdade assim.
Tom [interrompe-o]: Isso é realmente um clichê, principalmente quando uma pessoa pergunta a uns quaisquer artistas plásticos que foram lançados juntos «Fazem tudo vocês mesmos?» «Sim, claro». Provavelmente toda a gente diz isto...
Bill: Mas conosco uma pessoa pode seguir atrás melhor, porque os nossos antecedentes também são conhecidos. E como se vê o estilo foi sempre assim. Desde o princípio que eu me defendi quando qualquer pessoa dizia: «Hey, ouve, nós queremos assim e assim...».

13. Alguma vez tiveram alguém que quis mudar concretamente a aparência?
Bill: Quando eu fiz outro penteado, tive por exemplo curto e depois longo, foi um grito animal! A editora discográfica mencionou: «És tolo», e todos à volta disseram «Não, a tua imagem de marca, não podes fazer isso. Oh Deus, que dirão as pessoas?». Depois houve novas fotografias, e todos tiveram preocupações enormes, eu pensava assim: «Hey, gosto dele, vai ficar muito bom.». Sou tão "dono do meu umbigo". Eu simplesmente decidi isto e não perguntei depois a ninguém. E às vezes o grito é maior lá.

"E depois vai para os bastidores"

Um segredo do sucesso da banda jovem Tokio Hotel está também obviamente na combinação Tom e Bill. Um diz, pelo menos, que dorme com garotas que conseguem ir ao seu quarto de hotel, o outro promete que espera pelo grande amor da sua vida. O que há mais de tranqüilizador para uma garota na puberdade, inundada de mais hormônios do que de segurança, que nada lhe acontecerá quando ela escreve «Bill fick mich» (Bill f***-me) no seu decote. Quebra de tabu controlada por excelência.

Mas por vezes ouvimos as tão famosas fantasias eróticas que as jovens alemãs têm:

14. Na verdade, os quartos de hotel são as suas próprias primeiras "casas"...
Bill: É verdade.

15. No entanto têm quartos individuais...
Bill: Sim.
Georg: No princípio quartos duplos.
Bill: Também já aconteceu ficarmos os quatro num quarto.
Georg: Muito antes dormíamos em tendas quando estávamos em tour com os concertos.
Tom: Como já falasse, os quartos de hotel são para nós os primeiros apartamentos. Quando uma pessoa está em movimento o dia todo com muitas pessoas, também deve ter de vez em quando as suas próprias quatro paredes.

16. Têm algumas histórias divertidas de Hotel para contar?
Bill: Tivemos precisamente uma má experiência! Foi em França, tinham baratas no hotel...
Tom [interrompe o irmão]: Mesmo no princípio, estávamos pela terceira ou quarta vez no hotel, observávamos pessoas enquanto f**iam...
Bill [reflete que as baratas realmente não são Rock'n'Roll]: Ah, foi legal... isso já é uma história antiga, mas eu lembro-me disso com gosto. Foi em Hamburgo num hotel, e temos realmente uma hora e meia com isso...
Georg: Estava um frio de morrer, tinha chovido e tínhamos de ir para um terraço para poder observar perfeitamente.
Bill: Pensamos só quem se despia. Foi lindo. E também ainda vimos no dia seguinte ao pequeno-almoço.
Georg: Às vezes telefonávamos para o quarto. E o cara desligava furioso.
Bill: Desligou do gancho. Atendia sempre e logo depois no mesmo mau-humor, porque ele só estava presente...
Georg: E depois desligavam as luzes e nós refletíamos como empurrar uma nota de dez euros debaixo da porta.

17. Despacharam depois as baratas?
Bill: Sim, tiramos elas com água.

18. Isso não as mata...
Bill [ainda olhos grandes e um enojado hhmm..]

19. Quando é que "ser estrelas" desapontou vocês pela primeira vez?
Tom: Quando estivemos pela primeira vez numa entrega de prêmios e fomos aos bastidores. Acho que foi no Comet.
Bill: Eu imaginava simplesmente diferente. Na televisão vês sempre essas grandes luzes e essas pessoas maquiadas do top, e depois tu vais para os bastidores e de qualquer maneira...
Tom: ...e lá também todos participam sempre em: à frente da câmera um diz «Aqui está fantástico», e depois vão para os bastidores...
Bill: E lá não há nada de errado! Nos bastidores vês estas paredes cintilantes e depois vais atrás e é só desta grossura [mostra com os dedos 2 centímetros], e atrás os cabos todos pendurados. E pensas assim, na verdade há aqui muitas coisas simplesmente falsas!
Georg: Tudo de cartão.
Bill: E os camarins imaginas sempre...
Tom: No entanto também há em parte salas de bastidores bonitas.
Georg: Enfim.
Bill: Também há coisas a que já estamos habituados. Agora não é nada que me admire...
Georg: Antes pensávamos que tinha Jacuzzi com um par de mulheres lá dentro...
Bill: É o que se diz.

20. Então devem deixar as mulheres entrar. Designar-se-iam desiludidos?
Tom, Georg: Nãão.
Tom: Quer dizer claro que, em todo o caso, há coisas onde uma pessoa se desaponta. Por exemplo as salas de bastidores.
Bill: Não diria desiludido. Nós aprendemos, nos tornamos mais maduros. Claro que recebemos muito. E também acho legal que com 17 anos, corremos à volta e sabemos como tudo decorre. É uma experiência bacana.

21. Outra vez uma pergunta para as garotas: Quando elas gritam elas referem-se não a vocês mas sim às estrelas, à imagem que vocês vendem. Isso não os incomoda?
Georg: Elas já gritam para nós...
Tom: Contudo as pessoas já sabem muito sobre nós. Elas não gritam só para os meus dreads...
Bill: Também há fãs, com quem nós nos encontramos sempre, elas estão em muitos hotéis, e também já falamos com elas. Elas já nos conheceram de verdade, o que contamos e o que fazemos. Apesar disso, gritam novamente na próxima vez.
Tom: Também estão interessadas na própria pessoa.

21. Ok, o que eu quero dizer é: outro músico do mesmo modo violento uma vez disse: «Eu sou um objeto sexual, e de lá já não saio mais.» Isto soa um bocado feliz.
Tom: Sim, é mau, eu também sou um objeto sexual... [dá risadinhas e grunhindo]

22. Vocês são constantemente insultados, isso os incomoda?
Tom: Eu acho isso, na verdade, completamente ok. Claro que ninguém é insultado com gosto. Mas a banda não lida com nada disso assim. E eu também ia achar bastante aborrecido se toda a gente achasse bom. Tal e qual como iria ficar aborrecido se nos nossos concertos só aplaudissem. Por outro lado há pessoas que lidam conosco, especialmente em construir cartazes...
Georg: Fazer páginas de internet...
Bill: Também é que nós só não conhecemos desde que somos bem sucedidos. Quando já estávamos no palco aos dez anos haviam sempre pessoas que pensavam «Banda de crianças». Mas com o passar do tempo uma pessoa enterra isso. E se realmente as críticas são feitas a determinadas coisas, devem soar silenciosas às vezes.

23. Se fosse oferecido um contrato a solo ao Bill o que aconteceria?
Tom: Esta você deve responder.
Bill: Bom, também já dublei um filme ["Arthur e os minimeus"]. Todos têm de qualquer maneira espaço para fazer as suas coisas. Muitas bandas se separam nisso, porque [o Tom tenta interrompê-lo, o Bill ganha] são uma união nisso, não podem fazer nada, não podem sair. Conosco cada um pode sair às vezes. Quando alguém diz «Agora quero desenhar e fazer uma exposição ou dublar um filme ou ser ator» falamos sobre isso. Não o guardamos em segredo.

25. Há nos EUA uma garota de 11 anos, Bianca Ryan, que provavelmente irá ter uma carreira muito cedo semelhante à de vocês. Se lhe pudessem dar um conselho, qual seria?
Bill: Portanto, eu não lhe daria absolutamente nenhum conselho. Eu também sempre odiei quando as pessoas me diziam ou aconselhavam alguma coisa...
Tom: Isto soa tão precoce.
Bill: Sobretudo, também não ajuda. Por fim, deves experimentar tudo tu mesma. Assim é também muito mais emocionante, do que as pessoas te dizerem tudo e anteciparem tudo.

26. Não há nada que ela deva evitar?
Bill: Ela deve experimentar. Em todo o caso, nós crescemos com cada obstáculo.
Tom: Uma pessoa deve, às vezes, também cair para se levantar novamente.

27. [Um par de perguntas para todos os pais que têm medo que o seu filho, em qualquer altura, arranje um lápis de olhos] Bill, quanto tempo precisas para ficar assim?
Bill: Não tanto como as pessoas pensam. Quando me levanto de manhã, incluindo lavar os dentes e tudo isso, mais ou menos 30 minutos.
Georg: Eu preciso de mais...
Bill: incluindo maquiar.
Tom: Eu tomo banho sozinho uma meia hora.

28. Usas também lápis e coisas pessoais?
Bill: Sim! Normalmente sempre tive. Só agora quando vou pessoalmente à rua, é que não vou maquiado, claro, de modo a ser o mais discreto possível. Lá ponho capuz e cachecol e assim, de modo a ninguém me reconhecer...
Gustav [Quase se assusta, quando depois diz]: Mesmo no Verão...
Bill: Senão tinha de ter sempre. Já fui assim à escola.

29. Como foste então?
Bill: Sinceramente disseram que tinha saído do carnaval. Já fui algumas vezes como vampiro, e acho vampiros e bruxas totalmente bacanas. Apetecia-me isso.

30. Quando é que pintaste pela primeira vez os olhos?
Bill: Há quanto tempo foi? [olha para o Tom] Há seis anos...[portanto com onze]

31. O que é mais difícil: em cima do palco ou em baixo?
Tom: Em cima.
Gustav: Depois do concerto e antes do concerto.
Bill: Estamos completamente nervosos. Claro que é triste irmos para baixo quando o concerto acaba. Quando estou pela primeira vez lá fora, conseguia tocar muito além daquilo.
Tom: São sensações diferentes: Quando vais lá para cima, estás excitado, quando vais lá para baixo, ficas completamente...
Georg: Relaxado.
Tom: Tens adrenalina em ti. Mas também estás ao mesmo tempo contente. Cai-se tão bem num buraco depois.

32. Quando alguma coisa é atirada para o palco, preferem o quê: urso ou soutien?
Tom: Na verdade, gosto de ambos.
Bill: Mas soutiens são mais agradáveis. Quer dizer, que rapaz não gosta de roupa-interior... [Ainda está radiante, e uma pessoa pensa 'Teddy, Teddy, Teddy']

33. Acreditam na vida depois da morte?
Bill: Acredito em alguma coisa depois da morte. Ou seja, acreditamos que em todo o caso se deixa alguma coisa para trás. Não acredito que alguém simplesmente se vai assim, e logo de uma vez ficará longe.

34. O que deixavam para trás? Espiritualmente, a música...?
Bill: Para nós certamente a música, mas acredito que cada pessoa deixa para trás de tal modo, coisas pessoais...
Tom: Também acredito que cada pessoa está destinada a qualquer coisa. E também acredito que depois da morte o que vem...
Bill: Eu não sei o que está lá, mas está!

35. Quem limpa em casa os seus quartos?
Todos: Nós!
Georg: Eles não estão na verdade assim tão desarrumados, porque nunca lá estamos.
Tom: Também não gosto quando outras pessoas remexem nas minhas coisas...
Bill: Muitas vezes as mães têm o costume de arrumar e guardar todas as coisas...
Tom: Mas eu tenho na minha desorganização a minha própria organização.

36. Já alguma vez se mascararam para ir para a rua? Como dissesse agora mesmo com capuz e cachecóis?
Bill: Não com bigode falso e tal, antes mascarado, só capuz por cima...

37. Mas na verdade isso também dá nas vistas.
Bill: No Verão tens um problema. Mas comigo vai sempre um boné, para que não se veja o cabelo.
Tom: O Verão, para mim, é um bocado desfavorável. A única possibilidade de esconder o meu cabelo é com grandes boinas de lã.
Bill: Perucas também são uma possibilidade.

38. Se pudessem ser outra pessoa qualquer, quem seriam?
Georg: Portanto, eu gostaria de ser, em todo o caso, durante dois dias, uma mulher.
Bill: Eu gostaria de ser o Brad Pitt um dia inteiro, é que depois conseguia estar junto com a Angelina Jolie...
Tom: Eu gostaria de ser uma das gêmeas Olsen. Depois podia ir com a outra para a banheira e à noite dormíamos um pouco juntos na cama...

39. [Fiz a célebre pergunta do questionário de Marcel Proust]: Têm heróis na história?
Bill: Hmm, não.


Calma no quarto das crianças

Eles são a banda alemã com mais sucesso, ganharam todos os prâmios que a indústria musical tem para oferecer, estiveram em todos os tapetes vermelhos e sentaram-se em todos os sofás da televisão da república. Depois da escolha de sucesso inesperada, o álbum Schrei, segue-se agora para os Tokio Hotel o dever: o difícil segundo álbum, que tem o título de Zimmer 483 e que já está à venda. Razão suficiente para uma conversa com o vocalista Bill Kaulitz.

Bill, já conseguem perceber o que aconteceu com vocês no ano passado?
Bill: Dificilmente. Tivemos as férias livres, viajamos até às Maldivas e conseguimos assim deixar passar um bocado em revista, observar tudo mais uma vez à distância. Isto é um bocado denso. Quando olho para mim, tudo o que viremos a fazer neste ano, soa já muito poderoso. Às vezes não consigo acreditar que faço isto tudo e que isso se volta para nós.

Dissesse que pensavas que as férias eram exclusivamente para "Relaxar, encostar, e dormir". Que pensamentos te passaram pela cabeça quando pensaste no retorno?
Bill: Estava muito curioso, porque eu sabia que o single e o vídeo esperavam. Eu quero sempre sair com as novas coisas, quero que as pessoas ouçam. É como um tesouro, e depois é desenterrado, todas as pessoas vão falar sobre isso. Portanto: estava muito nervoso quando pensava no retorno.

Escreves as músicas de modo diferente com a consciência que desta vez toda a gente realmente ouve?
Bill: Não fizemos nenhuma pressão. Muitas canções foram feitas na estrada, às vezes eram também idéias antigas em que nós pegamos novamente. Em parte, tínhamos idéias que primeiro tínhamos de deixar á parte, para que amadurecessem. Ou porque ainda não eram exatamente o que queríamos. Três semanas depois descobres: «Oh, isto está mesmo legal!» Às vezes é importante que além disso, haja alguma distância.

O seu primeiro single Übers Ende der Welt pega no tema "Metrópoles" de Fritz Lang: Robôs trabalhando sincronizados num mundo de arte inóspito. Isso parece muito sombrio e melancólico, apesar do final feliz. Porque tão pensativo, quando o mundo para vocês deveria ser rosa?
Bill: Nesse tempo nós vínhamos também dum completo dia-a-dia: tínhamos escola todos os dias, todos os dias o mesmo programa. Todos achávamos isso uma merda, de acordar todos os dias cedo e fazer sempre as mesmas coisas. A única coisa que nos dava alegria era a música. Nós mantivemos, acreditamos nela e queríamos absolutamente que chegasse a alguma coisa. E queríamos que as outras pessoas também o fizessem, não nos podemos deixar ser agarrados assim pelo dia-a-dia. Às vezes uma pessoa deve arriscar e com os seus talentos, que talvez tenha, sair da rotina do dia-a-dia. Acelerar e quebrar fronteiras. É por isso que o vídeo também é assim.

Uma motivação, portanto, para os jovens da sua idade?
Bill: É igual qualquer que seja a profissão, igual o que quer que se faça, uma pessoa depara-se sempre com quaisquer fronteiras, que talvez não se perceba, mas que estão lá. E uma pessoa deve ter coragem para quebrá-las.

O título do álbum é Zimmer 483, querem manter secreto o seu significado? Há críticas que gozam dizendo que foi aí que tiveram a primeira vez. Portanto agora: O que é que tem a ver com vocês?
Bill (sorri ironicamente): Oh, há uma quantidade de disparates como "4 pessoas, 8 olhos, 3 instrumentos" ou assim. E também ouvimos que o primeiro single da Nena saiu em 1983, absolutamente todas as coisas em que eu não penso. Portanto, existe mesmo este quarto e tem um grande significado para nós, porque lá passou uma coisa essencial que contribuiu para este álbum. No mínimo tão bom como sexo.

Como lidam com o fato de que milhares de garotas iriam com vocês para o quarto de hotel a qualquer hora? Também carregam uma quantidade de responsabilidade.
Bill: Claro que ser conhecido é um sentimento agradável, e há lá muitas garotas. Mas eu tornei-me completamente cuidadoso. E com o tempo deixei cada vez menos pessoas estarem à minha volta. Com isso claro que também menos garotas conseguem tocar, precisamente porque, de tal modo muitas querem alguma coisa e alguma coisa que contar. Aí é pesado. Mas se me envolvo com alguém depois, também é realmente estável e significa alguma coisa.

É difícil distinguir quem te ama e quem a ama a tua fama?
Bill: Sim, exatamente. Por isso também é preciso tempo simplesmente para ganhar confiança. É muito difícil. Quando é só para sexo claro que é outra coisa. Mas quando tu procuras alguma coisa séria, é difícil de distinguir.

Vocês quatro tiveram agora um ano no estúdio, com entrevistas e no tourbus, um a seguir ao outro. Nunca há discussões entre vocês? E se há, então como é que são?
Bill: Claro que há momentos, quando entras nos corredores do hotel de manhã e simplesmente desejas não ver nenhum dos outros. Isso é muito óbvio, tanto como nós estamos na estrada. Por isso precisamos também às vezes de tempo fora. Não há ninguém que devore qualquer coisa nele próprio.

Como foi também, no Stefan Raabs "Stock Car Challenge", conhecer o sentimento de ser vaiado? Doeu?
Bill: Muitas bandas têm fãs que estão lá e aplaudem bem comportados. Conosco é ao contrário. Temos pessoas que assobiam e que acham que é uma merda total, e depois também há pessoas que gritam. Não trocava por nada. Quando vejo o povo que não nos suportam, que pintam placas e mudam os nossos textos, penso sempre: «Idade, para que se dão ao trabalho, se isso mete assim, tanto nojo?!».

No Outono tornas-te adulto. Qual é a primeira coisa que vais fazer com o cheque gordo da editora?
Bill: Não faço idéia, acho que até lá vamos tirar a carteira de motorista, talvez depois comprar um carro para mim. Mas somos cuidadosos. Quem sabe o que acontece com o carro que diriges pela primeira vez.

No ano passado não perderam nenhum prêmio de música. O que pode de lá vir mais? Na verdade, pode ainda só piorar, ou não?
Bill: Pensei isso depois da primeira música: Merda, mais do que primeiro lugar não passa! O que ainda queremos fazer lá? E também muitos nos disseram: «Têm tanto sucesso, não conseguem alcançar muito mais na Alemanha!» Mas eu penso, vão haver de novo sempre momentos que nos fazem espantar.

scream -tokio hotel

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Entrevista com tokio hotel

O possível icon do rock, Tokio Hotel, tiraram um tempo para responder algumas perguntas. Além de falar do seu plano para este ano, a Banda alemã também partilha algumas das suas experiências pessoais em Tour e de como eles tratam os seus fãs do sexo femenino, incluindo como o guitarrista Tom Kaulitz deseja reunir-se com as "belas raparigas" nos EUA...



O baterista Gustav Schäfer e o baixista Georg Listing, também se destacam naquela cuja música os torna os mais favoritos, revelando-nos que não têm alguém em comum que os inspire.
O cantor, Bill Kaulitz infelizmente não está disponível para esta entrevista, pois está a recuperar de uma cirurgia a sua garganta.

ASB: Em relação às datas canceladas da vossa tour, o que realmente aconteceu nesse momento, o Bill começou a perder a sua voz quando actuaram em França?
Tom: Sim, infelizmente o Bill perdeu a sua voz depois do concerto em Marselha. No dia seguinte, ele teve de ver o seu especialista em Berlim. Primeiro, ele teve de descansar, e depois do médico lhe ter examinado pela segunda vez, ficou claro que o Bill tinha que submeter-se a uma cirurgia nas suas cordas vocais. Ele está bem! Ele não tem permissão de falar nem rir durante 10 dias (risos) o que é uma tarefa díficil para ele pois normalmente ele fala o tempo todo. Agora ele escreve tudo num caderno - o seu meio de comunição nestes dias. Após os dez dias, haverá a fase da reabilitação vocal. O médico está muito satisfeito com o processo da cicatrizaçao e o mais certo será que a voz do Bill não mude depois da terapia. O Bill está realmente satisfeito por ter deixado o assunto da cirurgia arrumado. Ele mal pode esperar para voltar aos palcos actuar!

ASB: Para o Tom, Georg e o Gustav, o que fazem vocês entretanto?
Georg: Tirámos um tempo para gastá-lo com os nossos amigos e familiares e relaxámos um pouco.

Tom: Eu fico com o Bill o tempo todo para ajudá-lo. E claro, fazemos todo o trabalho que podemos fazer sem ele.

ASB: Quando pensam começar para recompensar as datas que tiveram de ser canceladas?
Tom: Nós estamos muito contentes porque acabámos de aprovar uma série de festivais de verão por toda a Europa, que começarão em Junho. Existem também algumas negociações relativas às datas anteriores (risos). Não há dúvidas: Assim que o Bill tiver a permissão, ele voltará para os palcos de novo, nós mal podemos esperar por ver os nossos fãs outra vez. Eles têm sido fantasticos desde que tivemos de cancelar os concertos. Demonstraram que nos apoiam e que nos amam. Pelo que lhes estamos muito gratos e com muita vontade dos voltar ver.

ASB: Agora que "Scream" atinge grande parte do Mundo e brevemente será editado nos EUA (6 de Maio), o que esperam das vossas fãs americanas?
Gustav: Nós estamos muito contentes porque o album ocupa a sexta posição nos Charts Canadianos!

Tom: Sim, é fantástico. Na verdade, nem posso acreditar. Conosco, não é sobre expectativas. Nós apenas esperamos que os nossos fãs se liguem à nossa música e às nossas letras, que eles a sintam (Risos). Eu pessoalmente espero poder passar mais tempo com aquelas belas raparigas que vi na nossa primeira viagem.

ASB: Acham que o público americano é tao barulhento como o da Alemanha?
Tom: (Risos) Oh sim! Nós sempre dizemos que seria um pesadelo tocar em frente de um público que só aplaude e não grita. Adorámos essa empolgação toda. Nossos fãs são muito energéticos, muito intensos - eles são os melhores fãs do mundo. E nós ficamos muito felizes quando descobrimos que os nossos fãs dos EUA tinham a mesma energia. Adorámos e mal podemos esperar para voltar.

ASB: Já pensaram em fazer uma colaboração com outra banda? Qual?
Tom: Até o momento ainda não temos feito alguma colaboraçao. Mas como se costuma dizer: "Nunda digas nunca" Mas nada está previsto de momento.

ASB: Como conseguem arranjar tempo para escrever no meio da tour?
Georg: Escrever é um processo contínuo. Nós sempre arranjámos um tempo para sentar-nos com os nossos intrumentos, mesmo no nosso autocarro.

Tom: Certo. As vezes eu tenho uma ideia e e toco-a para o Georg. Ou vou para o Bill e pergunto-lhe o que pensa ou se ele tem uma ideia para a letra da música. Ou o Bill escreve algumas letras, e nós fazemos a música para a mesma. O Bill escreve o tempo todo, onde quer que seja. Ele está sempre com um pedaço de papel e uma caneta no caso de ter alguma ideia (risos). Vocês devem dar uma vista de olhos no seu livro, ele tem sido escrito este tempo todo, até agora. Não existe maneira de parar este rapaz.

ASB: O vosso próximo album a sair será em Inglês ou Alemão?
Tom: Bem, o Bill escreve sempre em alemão. É a nossa língua materna e é a língua na qual o Bill expressa melhor os seus sentimentos. (Risos) Honestamente o nosso inglês ainda não é tão bom como para escrever. Mesmo com uma namorada que fale em inglês, o que ajudaria muito a próposito, as cançoes seriam escritas em alemão e depois seriam traduzidas para o inglês.

ASB: Vocês ganharam alguns prémios prestigiosos, como o World Music Awards, MTV Europe Awards, em 2006 e 2007, respectivamente, esperam mais de lá fora depois destes reconhecimentos?
Tom: Honestamente, nós não pensamos muito sobre isso. Mas claro, é óptimo ganhar um prémio.

Georg: Especialmente quando são decididos pelos nossos fãs.

Tom: Sim, porque o feedback é mais intenso. Mas nós não nos sentamos a pensar em qual será o nosso proximo prémio. Tudo o que nos aconteceu até agora é mais do que algum dia nós sonhamos. Receber um World Music Award, ser nomeados para os MTV European Music Awards com todo esse grande espectáculo e grandes artistas internacionais, partilhar o palco com eles naquela noite e finalemente, ganhar aquele prémio - nenhum de nós imaginou que algo assim iria acontecer poucos anos atrás, quando estávamos sentados no nosso quarto de ensaios em Magdeburg, sonhando com um contrato. Tudo o que sempre quisémos foi tocar ao vivo em frente de pessoas que gostassem da nossa música. Tudo o que nos aconteceu até agora, ultrapassou os nossos sonhos. E às vezes parece irreal.

ASB: Os Tokio Hotel já deram muitos concertos, têm algum momento inesquecível que se tenha passado?
Tom: É realmente díficil escolher pois nós tocámos em tantos lugares increíveis e demos tantos concertos. Há sempre algo que acontece, o que é fantástico. Como num concerto, onde as pessoas lançaram pilhas ao Georg. Ele gosta, por isso não hesitem, continuem a fazer isso.

Georg: Ahhhhh!

Tom: Há sempre momentos que nos fazem rir durante cada concerto - (risos) Eu só espero que haja mais momentos assim para o Georg.

Georg: Ahhhh! Eu estou realmente satisfeito por não haver cartazes a dizer "Tom, f***-te".

Tom (Risos): Oh, vá lá. Isso aconteceu na França, e ela escreveu isso em Alemão. Todos nós sabemos o que ela queria dizer: "Tom f***-me" e tenho certeza que reza para que isso aconteça todas as noites. Mas voltando a tua questão, tocar em Paris à frente da Torre Eiffel para 500.000 pessoas, foi um momento inesquécivel.

Todos: Sim!

Tom: Ser capaz de tocar 3 Tours Europeias é inacreditável para nós. E ter a chance de ir para o Canadá e para os EUA, tocar lá, descobrir que todos os nossos concertos foram esgotados - isso ainda é inacreditável e algo que é totalmente inesquecível. Isso não acontece com uma banda alemã frequentemente, sabes?

ASB: "Don't Jump" é um video onde vemos a personagem do Bill a cair de um edifício, vocês dão as vossas opiniões nos videos?
Tom: Sim, nós sempre estamos envolvidos quando se trata dos nossos videos. Nós temos sempre as ideias na nossa cabeça uma vez que as canções são escritas e trabalhadas em estudo com o nosso director.

ASB: Nós temos estado curiosos já a algum tempo, que músicos na vossa cidade natal vos inspiraram musicalmente?
Tom (risos): Sabes, Magdeburg, a pequena cidade de onde somos, não é muito conhecida como a cidade de onde saem as grandes bandas.

Georg (risos): Não tem nada. Não é um lugar onde os produtores e as gravadoras procurem talentos para trabalhar e assinar um contrato.

Tom (sorri): Sim, nós tivemos muita sorte. Mas nós nunca fomos influenciados nesse sentido. Pois o nossos estilos musicais são diferentes - nós nunca poderiamos chegar a um acordo sobre UM artista ou banda. Eu, principalmente, oiço Hip Hop alemão. O Bill adora a Nena e gosta dos Coldplay, Keane, Green Day e Placebo - dependendo do seu estado de ânimo.

Gustav: Eu adoro os Foo Fighters e os Metallica.

Georg: Eu oiço muito o último album do Jimmy Eat World e sou ainda um grande fã dos Oasis.

Tom: Nós sempre queriamos criar o nosso próprio som, fazer uma coisa nossa. A nossa música foi onde todos estávamos de acordo. E ela veio naturalmente quando começamos a tocar no nosso quarto de ensaios.

ASB: Sendo representantes de artistas jovens, têm algumas palavras sábias para partilhar aqui no AceShowbiz com as vossas fãs?
(Risos!)
Tom (Ri): Infelizmente estás a falar com as pessoas erradas aqui! Nós detestámos as pessoas que precisam dizer-te como fazer as coisas e como o mundo é. Na verdade, acho que toda a gente tem de fazer as suas coisas, encontrar o seu caminho e fazer as suas próprias experiências. Foi isso o que nós sempre fizemos. Tivemos as nossas próprias ideias, fizemos as nossas coisas à nossa maneira. As pessoas podem dizer-te tanta coisa, e sempre te dirão algo diferente. (Risos) Então, se tivéssemos de dar um conselho seria: Faz a tua "cena" e se és musico, toca tanto quando possível.